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quarta-feira, 6 de maio de 2009
Conheça os principais direitos dos trabalhadores
04 de maio de 2009 às 00:09
Por Luana Cristina de Lima Magalhães - InfoMoney
No dia 1° de maio de 1943, o então presidente do Brasil, Getúlio Vargas, baixou o decreto de Lei n° 5.452, que aprovou a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). Mas, após 66 anos de existência, muitos profissionais desconhecem os seus direitos garantidos nos mais de 900 artigos da lei.
Diante disto, segue uma lista com os principais direitos trabalhistas:
- salário mínimo;
- jornada de trabalho de 44 horas semanais;
- irredutibilidade salarial;
- seguro-desemprego;
- 13º salário;
- participação nos lucros, ou resultados, desvinculada da remuneração;
- horas extras com adicional;
- férias anuais
- licença-maternidade;
- licença-paternidade;
- aposentadoria;
- reconhecimento de normas coletivas;
- seguro acidente de trabalho;
- FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço);
- direito de greve;
- aviso prévio;
- estabilidade provisória de membros de Comissões de Prevenções de Acidentes, empregados vitimados por acidente de trabalho e gestante.
Segundo um estudo da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico) divulgado este mês, 1,8 bilhões de pessoas, ou seja, mais da metade dos trabalhadores do mundo estão exercendo as suas atividades sem um contrato formal de trabalho e sem o apoio das leis trabalhistas de seus respectivos países. Na América Latina, metade dos trabalhadores são informais.
"Notamos no Brasil de hoje que existem vários tipos de trabalhadores: os protegidos pela lei, que conseguem se aposentar; os não-protegidos pela lei, mas que cuidam da sua própria aposentadoria; e aqueles que não têm proteção alguma e sequer podem sonhar com uma aposentadoria minimamente digna. Talvez, este último grupo represente a grande maioria", destacou o presidente da ABRH-Nacional (Associação Brasileira de Recursos Humanos), Ralph Arcanjo Chelotti.
Mudanças
Na opinião de Chelotti, a CLT precisa de algumas alterações para que não haja confusões na hora de aplicar as regras. "Ao longo de todas estas décadas, em função mesmo das pressões da modernidade, criou-se todo um aparato de fiscalização e controle que busca vigiar a aplicação de leis muitas vezes confusas e contraditórias, que se chocam, em prejuízo dos trabalhadores. Um exemplo recente é a cobrança de Imposto de Renda sobre dias de férias vendidos, considerada irregular pelo STF (Supremo Tribunal Federal), mesmo depois de estar em prática por anos a fio. Como serão ressarcidos os trabalhadores que já deixaram os empregos e que geraram esse tipo de desconto? Quem vai demandar ações em nome destas pessoas?".
Chelotti conclui afirmando que já passou da hora de haver uma ampla e profunda revisão da legislação trabalhista brasileira, que insira o Brasil
Como você gerencia seu tempo?
05/05/2009
Como você gerencia o tempo?

Alberto Pirró Ruggiero
Possui vivência na elaboração de planos voltados à aprendizagem organizacional, auxiliando as empresas a obter vantagens competitivas na gestão de pessoas, além de atuar em projetos relacionados à fusão de culturas, filosofia de times, gestão de negócios e alavancagem da performance através das competências pessoais e organizacionais. Administrador de Empresas, Psicólogo Organizacional e Mestre em Administração de Empresas, tendo atuado em companhias nacionais e multinacionais de diversos portes e segmentos, atua como consultor independente.
+ textos de Alberto Pirró Ruggiero
Existem mitos acerda da administração do tempo: há pessoas que acham que administrar o tempo é programar a vida nos mínimos detalhes, porisso o que parecia ser a solução, torna-se uma camisa de força.
Há pessoas que, no outro extremo, adoram viver perigosamente, pois que acham que o trabalho sai melhor na última hora e com aquela adrenalina da pressão. Cuidado! Esse é um mito para racionalizar a tendência à procrastinação ("empurrar com a barriga", "deixar para depois").
Há ainda, aqueles que acham que administrar o tempo só se aplica à vida profissional. Cuidado, há muitas coisas em nossa vida pessoas que sempre estamos adiando, até o momento que esquecemos ou que temos que fazer em caráter de urgência.
Instrumentos de gestão do tempo
Em busca da eficiência e eficácia, buscamos vários instrumentos que nos auxiliem na organização de nossa vida pessoal e profissional. Já usamos bilhetes, listas, calendários, agendas eletrônicas, palmtops, smartphones, etc. Só que esses instrumentos não conseguem acompanhar a rapidez na comunicação pois vivemos cheios de imprevistos, novidades e mudanças; volta e meia nosso planejamento vai por "relógio" abaixo.
O desafio não é mais administrar o tempo, mas administrar a si próprio
- Você consegue deixar o celular desligado durante um treinamento ou reunião e só ligá-lo nos intervalos?
- Você consegue evitar sua participação em reuniões onde sua presença não é necessária?
- Você consegue cumprir seu horário de almoço, mastigando bem os alimentos?
A maioria responde não a essas três questões.
Afinal, celular, reuniões e almoço são urgentes ou importantes? Urgente significa que a atividade exige nossa atenção imediata. É agora! As coisas urgentes se impõem a nós. Um telefone que toca é urgente. A maioria das pessoas não consegue admitir a hipótese de simplesmente deixar o telefone tocando.
Você pode levar horas preparando um material, vestir-se com esmero para fazer uma visita de negócios. Se o telefone toca enquanto você estiver lá, normalmente ele terá prioridade em relação à sua visita. É mais fácil você ficar esperando alguns minutos no escritório do que quem está do outro lado do telefone esperar na linha.
Assuntos urgentes normalmente são óbvios. Eles nos pressionam; insistem para que alguma providência seja tomada e às vezes são agradáveis, fáceis, divertidos de resolver, mas com frequência não são importantes.
A importância tem a ver com resultados; deve contribuir para nossa missão, valores, objetivos e metas.
Nós reagimos a questões urgentes. As questões importantes que não são tão urgentes exigem mais iniciativa e proatividade. Se não temos idéia clara do que é importante, dos resultados que pretendemos em nossas vidas, caímos na mera reação do que é urgente.
Dessa forma, temos quatro possibilidades: o que é imporante e urgente, o que é urgente mas não é importante, o que não é nem urgente nem imporante e o que é importante mas não necessariamente urgente.
No primeiro caso (importante e urgente) temos como resultados o stress, o esgotamento, administração apenas por crises e sempre "apagando incêndios. Dizemos que é a administração "bombeiro".
O que é importante quanto urgente, exige atenção imediata, porisso é crise, estressa, sufoca; viramos escravos de problemas, capazes de administrar somente na última hora. É como um mar bravo, um problema imenso aparece, nos derruba e joga de um lado para outro. Lutamos para subir à superfície, apenas para encontrar outra onda, que nos derruba novamente, arrastando-nos no turbilhão.
No segundo caso (urgente e não importante) os resultados são o foco no curto prazo (aqui e agora), também administração por crises, relacionamentos superficiais e quem utiliza bastante essa possibilidade considera planos e metas um esforço inútil.
No terceiro caso (nem urgente tampouco importante) significa total irresponsabilidade pois torna a pessoa dispersa, com baixíssimo poder de concentração e total dependência de outros.
Por que utilizamos essa possibilidade às vezes? Porque algumas pessoas vivem esmagadas pelos problemas dia após dia e seu único alívio encontra-se em atividades denominadas de "fuga", se esconder do problema.
O último caso (importante e não urgente) nos fornecem perspectivas, visão de futuro, equilíbrio, disciplina, controle sobre a própria vida e redução de crises.
Fonte: http://www.rh.com.br/Portal/Desempenho/Blog_Alberto_Ruggiero/5943/como-voce-gerencia-o-tempo.html
